Aceitamos (quase) todo o tipo de pagamentos.
Padrão abstrato vermelho e roxo em fundo cinza claro
  • Padrão abstrato vermelho e roxo em fundo cinza claro
  • Capa de livro azul com texto impresso em letras pretas e marrons

O MEU CARSO

14,00 €
IVA incluído.

O MEU CARSO
Scipio Slataper

tradução: Antonio Sabler

introdução: Elena Coda

revisão: Ana Isabel Soares
paginação: Pedro Simões
imagem da capa: José Teibão

Snob, Julho de 2026

220 páginas

-

Depois de algum tempo a desabrochar conseguimos finalmente editar o nosso Scipio Slataper, O Meu Carso, considerada uma das obras-primas da literatura italiana do século XX. O Meu Carso é uma obra de formação e de aprendizagem. Livro único, não catalogável: não é romance, nem autobiografia, nem diário e ao mesmo tempo é isso tudo. É construída através de fragmentos, por vezes densos de lirismo, outras vezes crus e artificiosos. O fio condutor encontra-se na aventura existencial do protagonista, nascido no Carso e a ele indissoluvelmente ligado. 

Scipio Slataper (Trieste, 1888 – Podgora, 1915), foi um escritor italiano. Nascido na cidade de Trieste - cidade de fronteira, mistura de povos, porto, movimento contínuo -, na altura ainda pertencente ao Império Austro-Húngaro. Vida intensa e fugaz.  Ainda adolescente, publicou, sob o pseudónimo de Publio Scipioni, artigos literários e políticos em Il Lavoratore e na revista literária Il Palvese. Já em Florença, enquanto estudante na Faculdade de Letras, conheceu Giuseppe Prezzolini, Giovanni Papini e Ardengo Soffici, e colaborou na revista La Voce, com as suas Lettere Triestine, de cuja redacção se tornou secretário em 1912. Nesse mesmo ano licenciou-se com uma tese dedicada a Henrik Ibsen e publicou O Meu Carso. Escreveu também na Rivista Ligure, nas Cronache Letterarie e no Giornalino della Domenica. Mais tarde casou-se e foi nomeado leitor de italiano na Universidade de Hamburgo, para onde se mudou com a esposa. Com o início da Primeira Guerra Mundial regressou a Itália e foi um dos primeiros intelectuais a alistar-se como voluntário. Morreu em combate, em 1915, na batalha de Podgora.