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  • Megg, Mogg & Mocho

Megg, Mogg & Mocho

12,00 €  
IVA incluído

O trabalho de Hanselmann explora a toxicodependência, depressão e o ansiedade quotidiana com precisão e subtileza… É tão pueril como trágico, ordinário como carinhoso. E pode ser, como na vida, muito divertido - The Guardian

uma profunda inquietante, hilariante visão do ennui milenar - Paste

parece o triângulo amoroso da Krazy Kat mas da geração MDMA ou do crack, nem sei bem... - Marte (Loverboy)

Simon Hanselmann é a cena à séria. Ele apanha o ganzado caseiro de forma tão correcta que acho as suas BDs muito deprimentes e graças a Deus que já não tenho de conviver com malta deste tipo... - Daniel Clowes (Mundo Fantasma)

Estas são actualmente as melhores BDS a serem feitas no mundo, eu acredito mesmo nisso. - James Kochalka (Magic Boy)

Megg, Mogg & Mocho 
Simon Hanselmann

35º volume da MMMNNNRRRG
64p a cores, 16,5x23,5cm

Tradução e legendagem por André Pereira. Design de Joana Pires.

Simon Hanselmann (Lauceston, 1981) nasceu na Tasmânia e passou a sua infância e adolescência num dos sítios de maior taxa de criminalidade da Austrália. O seu pai era motoqueiro e a mãe toxicodependente que efectuava pequenos furtos e vivia da segurança social para sustentar a sua criança. Também é sabido que roubada livros da Fantagraphics Books da biblioteca para o seu filho.

Aos 8 anos, Simon começou a fazer BD mas na sua juventude passou por várias terapias de combate à ansiedade e depressão, acabando por consumir álcool e drogas psicotrópicas em grande quantidade. Saiu de casa da mãe em 2001 e viajou pelo mundo estabelecendo-se actualmente nos EUA com a sua mulher. Antes disso Simon casou-se com a BD - não é erro nosso, ele casou-se mesmo com a BD numa convenção! É conhecido pela sua inclinação para o transvestismo aparecendo publicamente vestido de mulher, muitas vezes de Megg, a bruxa da série Megg, Mogg e Mocho.

Foi esta série que lhe trouxe fama à escala global ao ponto de até ser publicado em Portugal! Há quem diga que é uma mistura de Todd Solondz, Peter Bagge e Os Simpsons. Apesar da predominância humorística da série, ela é compensada várias vezes com estados emocionais do autor, admitindo usá-la como terapia pessoal.

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