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Dívida - Os Primeiros 5000 Anos

32,90 €  
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SKU: 9789724425924

Dívida - Os Primeiros 5000 Anos
de David Graeber

Edições 70, 2022
9789724425924
trad. Miguel Martins

O best-seller internacional do autor de Trabalhos de Merda que veio revolucionar tudo o que pensamos sobre dinheiro, dívida e sociedade.Antes de haver dinheiro, havia dívidas. Durante mais de 5000 anos, desde o início dos primeiros impérios agrários, os seres humanos utilizaram sistemas de crédito elaborados para comprar e vender bens - ou seja, muito antes da invenção da moeda ou do dinheiro. É também nessa época que encontramos pela primeira vez uma sociedade dividida em devedores e credores, cabendo aos segundos, como agora, o monopólio da violência, através do qual ascenderam à posição preeminente que ocupam na hierarquia social.Assim o afirma o antropólogo David Graeber, numa inversão assombrosa da sabedoria convencional. Graeber mostra que a discussão sobre dívida e perdão da dívida tem estado no centro dos debates políticos desde a Itália renascentista até à China imperial, tendo sido igualmente pretexto para inúmeras insurreições. Demonstra também que a linguagem das antigas obras de direito e religião (palavras como «culpa», «pecado» e «redenção») deriva em grande parte de debates antigos sobre a dívida e determina inclusivamente as nossas noções mais básicas de certo e errado.Ainda hoje travamos estas batalhas.«Este é um grande livro de grandes ideias: dentro das suas 700 páginas, encontrará uma teoria do capitalismo, da religião, do Estado, da história mundial e do dinheiro, com provas que remontam a mais de 5000 anos [?].»The Globe and Mail«[...] um estudo enciclopédico [...] um relato autoritário dos antecedentes da crise recente [...] um livro exaustivo, envolvente e ocasionalmente exasperante.»New York Review of Books«[...] uma meditação sobre dívida, tributo, dádivas, religião e a falsa história do dinheiro. Graeber é um investigador académico, um ativista e um intelectual público. O seu âmbito é toda a história das transações sociais e económicas.»Peter Carey, The Observer
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