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  • Os Maias - Antologia Ilustrada

Os Maias - Antologia Ilustrada

17,10 €  

Carlos da Maia, descendente de uma família nobre da Beira, chega a Lisboa em 1875 e vai habitar com seu avô Afonso, uma velha mansão de família, o «Ramalhete». Formado em medicina por Coimbra, está decidido a montar um laboratório de investigação científica e abre consultório no Rossio. Era criança ainda quando o pai, Pedro da Maia, se suicidou, pois sua mulher fugira com um napolitano levando consigo a filha Maria Eduarda. Carlos fica então entregue aos cuidados do avô que o leva para a Quinta de S.ta Olávia, no Douro. O tempo passa e Maria Eduarda é dada como morta e assim esquecida.

Eça dá nesta obra, suprema expressão literária ao conflito que sempre o opôs ao seu país, ao seu atraso endémico em todos os sectores, à mediocridade da sua classe dirigente, à sua incapacidade de o fazer progredir.

A acção espraia-se por dois volumes de 990 páginas, que permitem que o tempo corra e envelheça as personagens, provocando nelas real mudança, como por exemplo em Ega, que acaba com uma calva que «alastrara, já reluzia no alto». A conclusão final, pela voz desse mesmo Ega, era simples: tinham falhado na vida porque, no fundo, não passavam de românticos, ou seja, «indivíduos inferiores que se governam na vida pelo sentimento, e não pela razão…».

A possibilidade ilustrativa desta obra é grande e escolher apenas os melhores momentos foi um desafio que Rui Campos Matos quis encarar.
Na Antologia ilustrada desta obra o critério utilizado pelo autor, para destacar algumas das cenas, foi determinado, naturalmente, pela importância do seu significado e também pelos seus atributos ilustrativos. A ideia é contrapor os dois registos essenciais d´Os Maias: o cómico e o trágico.











OS MAIAS – ANTOLOGIA ILUSTRADA
17.10 €
Carlos da Maia, descendente de uma família nobre da Beira, chega a Lisboa em 1875 e vai habitar com seu avô Afonso, uma velha mansão de família, o «Ramalhete». Formado em medicina por Coimbra, está decidido a montar um laboratório de investigação científica e abre consultório no Rossio. Era criança ainda quando o pai, Pedro da Maia, se suicidou, pois sua mulher fugira com um napolitano levando consigo a filha Maria Eduarda. Carlos fica então entregue aos cuidados do avô que o leva para a Quinta de S.ta Olávia, no Douro. O tempo passa e Maria Eduarda é dada como morta e assim esquecida.

Eça dá nesta obra, suprema expressão literária ao conflito que sempre o opôs ao seu país, ao seu atraso endémico em todos os sectores, à mediocridade da sua classe dirigente, à sua incapacidade de o fazer progredir.

A acção espraia-se por dois volumes de 990 páginas, que permitem que o tempo corra e envelheça as personagens, provocando nelas real mudança, como por exemplo em Ega, que acaba com uma calva que «alastrara, já reluzia no alto». A conclusão final, pela voz desse mesmo Ega, era simples: tinham falhado na vida porque, no fundo, não passavam de românticos, ou seja, «indivíduos inferiores que se governam na vida pelo sentimento, e não pela razão…».

A possibilidade ilustrativa desta obra é grande e escolher apenas os melhores momentos foi um desafio que Rui Campos Matos quis encarar.
Na Antologia ilustrada desta obra o critério utilizado pelo autor, para destacar algumas das cenas, foi determinado, naturalmente, pela importância do seu significado e também pelos seus atributos ilustrativos. A ideia é contrapor os dois registos essenciais d´Os Maias: o cómico e o trágico.

 


Autor: Eça de Queiroz
Ilustrador: Rui Campos Matos
Editor: EDITORA EXCLAMAÇÃO
Dimensões:175x 250 mm
Páginas: 252 páginas
Capa dura
ISBN: 978-989-99163-0-2

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